"LOJA TANI STORE"

Tani Store

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CASA NOVA, BAHIA, Brazil
Caros AmigosComo é bom nos depararmos com lindas produções, feitas com tanto carinho, não é mesmo? Posso lhes garantir que para mim da Tani Store, isso significa uma grande conquista.Afinal o meu objetivo principal é levar até vocês uma infinidade de opções, na qual a cada instante, novas idéias lhe são apresentadas.?Sou apaixonada pelo que faço quando termino uma peca, já estou pensando em outra.?É muito bom estar aqui para lhes apresentar repletos trabalhos, visando não só o lucro, como também a minha realização pessoal.Bom gosto nas escolhas dos materiais e acabamentos impecáveis é a minha maior preocupação.Cada trabalho é um desafio e, também pura diversão!Estou constantemente, buscando novas alternativas, e técnicas para incrementar minhas pecas. A internet se torna uma ferramenta muito útil, alem das revistas e livros especializados. É preciso investir na informação para garantir bons resultados.Navegue nesse mundo de criações. By Tanisia Sandra MINHAS CRIAÇÕES VOCÊ PODE COMPRAR DANDO UM CLIK EM CARINHO DE COMPRAS QUE ELE TE DIRECIONA A MINHA LOJA NO ELO 7 BOAS COMPRAS!!!

sábado, 23 de julho de 2011

Muito legal......é pra refletir...... ESTA É UMA HISTORIA REAL


LEIA TUDO...ATE O FINAL
 
Não havia no povoado pior ofício do que 'porteiro do prostíbulo'. 
Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem? 
O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício. 
Um dia, entrou como gerente do prostíbulo um jovem cheio de idéias,   criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento. 
Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções. 
Ao porteiro disse: 
- A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus come ntários e reclamações sobre os serviços. 
- Eu adoraria fazer isso, senhor. - Balbuciou - Mas eu não sei ler nem escrever! 
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui. 
- Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida  inteira, não sei fazer outra coisa. - Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte. 
Sem mais n em menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer? 
Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho. 
Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego. 
Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado. 
Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa. 
Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra. 
E assim o fez. 
No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta: 
- Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar. 
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar ... já que..  
 - Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo. 
 - Se é assim, está bom. 
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse: 
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim? 
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens  mais próxima está a dois dias de viagem sobre a mula. 
- Façamos um trato - disse o vizinho. 
Eu pagarei os dias de ida e volta  mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece? 
Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias.... aceitou. 
Voltou a montar na sua mula e viajou. 
No seu regresso, outro vizinho o  esperava na porta de sua casa. 
- Olá, vizinho. Você vendeu um martel o a nosso amigo. 
Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem,  mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras. 
Que lhe parece? 
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora.   E nosso amigo guardou as palavras que escutara: 'não disponho de tempo pa ra viajar para fazer compras'. 
Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas. 
Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido. 
De fato, poderia economizar algum tempo em viagens. 
A notícia começou a  se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam  encomendas. 
Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes. 
Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois,  comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira  loja de ferragens do povoado. 
Todos estavam contentes e compravam dele. 
Já não viajava, os fabricantes  lhe enviavam seus pedidos. 
Ele era um bom cliente. 
Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, do que gastar dias em viagens. 
Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos. 
E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc ..
E após foram os pregos e os parafusos... 
Em poucos anos, nosso amigo se  transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas. 
Um dia decidiu doar uma escola ao povoado. 
Nela, além de ler e escrever,  as crianças aprenderiam algum ofício. 
No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse: - É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola. 
- A honra seria minha - disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou  analfabeto. 
- O Senhor?!?! - Disse o prefeito sem acreditar. 
O senhor construiu um  império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado.  Eu pergunto: 
- O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever? 
- Isso eu posso responder. - Disse o homem com calma. 
Se eu soubesse ler e escrever... ainda seria o PORTEIRO DO PROSTÍBULO!!!
 Geralmente as mudanças são vistas como adversidades.

As adversidades podem  ser bênçãos.
As crises estão cheias de oportunidades.
Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.
Lembre-se da sabedoria da água:
'A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna'.
Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas.
Quando você quiser saber o seu valor, procure pessoas capazes de entender seus medos e fracassos e,
acima de tudo, reconhecer suas virtudes.

Isso realmente é verídico, contado por um grande industrial chamado  Tramontina
 By Tanisia Sandra
" Eu sou um com você no amor do nosso PAI"
Te amo em CRISTO JESUS !!! 

 

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Vida longa às bijuterias







  1. Evite o contato com água,especialmente se for de piscina, porque tem cloro.
  2. Espere alguns minutos até o perfume evaporar antes de colocar a peça, porque pode manchar.
  3. Se você mora no litoral, guarde as bijus em papel, para absorver a umidade e impedir que o sal corroa as partes metálicas.
  4. Passe longe de produtos químicos se estiver usando bijuteria.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Meu Look: Campos do Jordão ,Rio de Janeiro


O RIO DE JANEIRO CONTINUA LINDO!!!









COPACABANA


Usei esse look em Campos do Jordão...Amei passear pela ruas dessas maravilhosa cidade,e acabei usando meu Panamá,e também como não poderia faltar,as Bijoux de minhas criações.





sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

O CAPIM QUE VIROU JÓIA







O capim dourado depois de seco, pronto para ser trabalhado. O grande desafio dos produtores é fazer extração controlada da planta, que corre risco de desaparecer da região do Jalapão.

Foi lá na munbuca onde começou a pratica do artesanato de capim dourado "o syngonanthus nitens euriocaulaceae" nome científico do capim dourado único no país com técnicas tradicionais influenciadas pelos índios e primeiros negros da região.












Brasil, além de ser um espetáculo primoroso, de exuberância singular de beleza, tem um dom a mais: abriga reservas secretas de maravilhas, que a cada tanto deixam escapar alguma nova mostra de esplendor. Como se estivessem a dizer: "Não pense que você me conhece, não creia que aprendeu a conviver com minhas armas de sedução e deslumbramento."
Volta e meia, alguma dessas reservas secretas faz uma nova revelação, e outra vez a natureza seduz, deslumbra e surpreende.
É o caso do Jalapão, um segredo que pouco a pouco aflora e ofusca até os olhos de quem já se imaginava suficientemente maravilhado pela natureza do Brasil. Está lá, em pleno cerrado, num dos extremos de tocantins, na fronteira com Bahia, o Piauí e o Maranhão. Um universo à parte, feito de magia única: areias, montanhas, nascentes, córregos, riachos que jamais secam, cachoeiras, dunas intermináveis, e os fervedouros, nascentes de água com tanta pressão que as pessoas não afundam. O Jalapão, a Chapada das Mangabeiras, onde nascem os afluentes dos rios Tocantins, São Francisco e Parnaíba: um manancial de maravilhas que se estende por 34 mil quilômetros quadrados, que oculta mistérios e provoca enganos,   o maior deles é chamar-se o Jalapão de "deserto", pois quem vê o cerrado que cerca a região é incapaz de imaginar a quantidade de água e frescor que existe lá dentro. Deserto, não: oásis de alumbramentos.










MUNBUCA É UMA COMUNIDADE DE EX-ESCRAVOS , REMANESCENTES DE QUILOMBOS ,  ELES MOSTRAM O RICO ARTESANATO REPRESENTADO PELA TRADIÇÃO DE COMFECCIONAR ARTESANATO COM O CAPIM -DOURADO , PLANTA TIPICA QUE CRESCE  ENTRE OS MESES DE ABRIL E JUNHO E SOMENTE PODE SER COLHIDA NOS MESES DE SETEMBRO A NOVEMBRO  RESPEITANDO AS NORMAS  E LEIS DO ESTADO DO TOCANTINS . TODA A REGIÃO DO JALAPAO  TRABALHAM COM O CAPIM -DOURADO FAZENDO DESTE ARTESANATO A PRINCIPAL FONTE DE RENDA DE SUAS FAMÍLIAS.




O  ARTESANATO É PRODUZIDO EM PONTE ALTA DO TOCANTINS O PORTAL DO JALAPÃO DE ONDE SÃO DESPACAHADAS AS  ENCOMENDAS PARA TODO O BRASIL E EXTERIOR AQUI ESTÁ A RIQUEZA CULTURAL E AS  BELEZAS NATURAIS PATRIMÔNIO DE UM POVO QUE FAZEM DO ARTESANATO COM O CAPIM DOURADO A PRINCIPAL FONTE DE RENDA DE SUAS FAMÍLIAS PROCURANDO PRESERVAR O MEIO AMBIENTE E TRABALHANDO DENTRO DAS LEIS E NORMAS DO ESTADO DO TOCANTINS.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Chapéu panamá ganha fama de queridinho do verão



No Brasil, modelos podem ser vendidos por até R$ 4.900 e já são encontrados em várias cores, texturas e tamanhos





Não tem erro. Chega o verão e com ele o chapéu panamá. Modelos em cores vibrantes são a aposta desta estação. A peça foi eleita vedete no guarda-roupa de clássicos e descolados, tanto pela leveza quanto pelo estilo. A popstar Madonna foi flagrada várias vezes com um modelo de abas curtas. A top Gisele Bündchen também tem um para chamar de seu. O galã Brad Pitt se rendeu. E em território carioca, Reinaldo Gianecchini provocou suspiros com um exemplar.
A popstar Madonna usa chapéu panamá durante visita ao Brasil, em 2010




Quando se fala em leveza, é preciso saber: o panamá não esquenta o cocuruto. Por isso, é febre no calor carioca – que muitas vezes ultrapassa 40°C. Tanta badalação faz do item peça obrigatória para além das chapelarias. Até camelô tem. Resta decidir entre a palha original do Equador ou adaptações chinesas e congêneres. A diferença está no preço, que pode variar de R$ 15, nos camelôs, a R$ 4.900, em uma loja especializada na zona sul do Rio.

O original, feito à mão por descendentes de índios incas, no norte do Equador, pode levar de dois dias a seis meses para ficar pronto. O processo de fabricação inclui a colheita da palmeira toquilla (Carludovica Palmata, em menção científica). “É um processo muito artesanal”, ressalta Marcelo Sarquis, dono da Aba Chapéus, em Copacabana. “O cara se embrenha na mata no distrito de Pile, no norte do Equador, faz a colheita, cozinha a palha e a seca até começar a tecer”, diz.

De acordo com a trama escolhida para moldar o adorno, um exemplar pode chegar a US$ 25 mil, assegura Sarquis. “Mas eu nunca consegui encomendar um desses, é muito difícil”. Na loja que mantém em Copacabana, o modelo mais caro que o empresário já vendeu saiu a R$ 4.900. “Só consegui trazer dois, foram vendidos rapidinho”, ele conta.
O original, feito à mão por descendentes de índios incas, no norte do Equador, pode levar de dois dias a seis meses para ficar pronto. O processo de fabricação inclui a colheita da palmeira toquilla (Carludovica Palmata, em menção científica). “É um processo muito artesanal”, ressalta Marcelo Sarquis, dono da Aba Chapéus, em Copacabana. “O cara se embrenha na mata no distrito de Pile, no norte do Equador, faz a colheita, cozinha a palha e a seca até começar a tecer”, diz.

De acordo com a trama escolhida para moldar o adorno, um exemplar pode chegar a US$ 25 mil, assegura Sarquis. “Mas eu nunca consegui encomendar um desses, é muito difícil”. Na loja que mantém em Copacabana, o modelo mais caro que o empresário já vendeu saiu a R$ 4.900. “Só consegui trazer dois, foram vendidos rapidinho”, ele conta.
O empresário Marcelo Sarquis e seus modelos coloridos comercializados no Fashion Busines

Moda plural: modelos vão do branco ao amarelo ovoEm agosto do ano passado, desfiles do Fashion Rio sinalizavam o que faria a cabeça dos mais antenados no verão 2011: a versão colorida. Rosa fúcsia, amarelo ovo e lilás estão bombando. Basta acompanhar o vaivém nas passarelas, nos bastidores e corredores do Píer Mauá, que abrigou a temporada de inverno do evento de moda.
O prefeito Eduardo Paes é adepto da moda. "Minha coleção tem mais de 20", ele diz

“O chapéu Panamá é um clássico que fica bem com tudo, desde alfaiataria até com uma roupa mais leve e fluída”, atesta Silvana Holzmeisper, editora de projetos especiais da Vogue. “Ele é fresquinho e protege a cabeça e os cabelos do sol, além de ser um acessório muito charmoso e útil. A cara da temporada de verão”, acrescenta. “Estou amando, tenho uma coleção enorme”, conta a jornalista Samira Campos, que usa um exemplar comprado no Equador diretamente das mãos de um nativo. "Quero comprar os coloridos agora. Já tenho um rosa, mas quero o amarelo", diz.
Regras e dicas de usoEspecialistas afirmam que o item do manual de boas maneiras que manda tirar o chapéu dentro de ambientes fechados não vale para o panamá. A colunista de moda do iG, Gloria Kalil, já explicou por aqui que “faz parte da roupa, é quase um enfeite de cabeça que tem a finalidade de fazer bonito, não precisa ser retirado porque não faz parte de um ritual de proteção”. 

Samira Campos tem uma coleção enorme, mas falta o amarelo. Silvana Holzmeisper desfilava com um modelo próprio, durante o Fashion Rio
Os tradicionais, como o branco e o tabaco, ou moderninhos, como as versões coloridas, caem bem em diversas ocasiões: da praia ao programa noturno, como barzinhos ou rodas de samba. E vale quase tudo: mulheres podem combinar com shortinhos, vestidos, calça skinny e até blazer. Os rapazes também podem abusar, mesclando com bermudas ou calças. As usuais tiras pretas podem ser substituídas por lenços ou fitas coloridas.
Contudo, quem tem um legítimo panamá precisa adotar alguns cuidados com o adereço: a peça pode (e deve) ser lavada e até passada a ferro – sempre um pano por cima e cuidado, claro. Marcelo Sarquis diz que o melhor modo de guardar o chapéu é enroladinho dentro de uma caixa (onde não deve permanecer por muito tempo para não criar vincos).
Se é do Equador, por que chama Panamá? Segundo o empresário Marcelo Sarquis, em território equatoriano a peça não passa de um chapéu de “palla torquilla”. Ele explica que o nome panamá foi popularizado por estrangeiros que trabalharam na construção do Canal de Panamá, no início do século 18. "Naquele período, o Equador havia exportado centenas de chapéus para os operários usarem embaixo do sol forte, mas engenheiros e políticos que acompanhavam as obras também aderiram”, conta. “Ao voltarem para seus países, quando questionados sobre a origem do adorno, respondiam: ‘é do Panamá’. E o chapéu foi se popularizando desta forma”, conclui.
Na época da construção do canal, o presidente norte-americano Teddy Roosevelt chegou a ser fotografado com um exemplar da peça. Dizem que era uma estratégia de marketing para mostrar solidariedade com os trabalhadores locais. O gesto, porém, ajudou a alçar o Panamá às passarelas mais fashions mundo afora.
TENHA VOCÊ TAMBÉM UM PANAMÁ,EU JÁ COMPREI O MEU.

BY TANISIA SANDRA


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A VICE- PRIMEIRA DAMA ROUBOU A CENA

Dia 1º de janeiro,dia em que tomou posse,a primeira mulher presidente do pais  Dilma Rousseff .
A  presidenta Dilma Rousseff ,estava vestindo um conjunto de blazer e saia assinados pela  design gaúcha  Luisa Stadtlander.






Mais quem roubou mesmo a atenção de todos,foi a vice- primeira dama,Marcela Temer, a esposa do vice- presidente Michel Temer.A Moça com 27anos,(e 42 anos mais nova que o marido),a moça já foz miss,e apostou na combinação de uma blusa e saia de cintura alta ,e um belo salto médio.

A vice-primeira dama,também apostou na maquiaguem discreta,e o  cabelo com uma tranca modera completando o visual discreto e elegante da vice-primeira dama.
Andam falando por aí,que ela seria a versão brasileira de Carla Bruni,mais o vice-presidente declarou que sua esposa é muito discreta.



By Tanisia Sandra